Abuso da Polícia do Reino Unido em Relação à Inteligência Artificial Leva a Proibição Questionável de Torcedores
Erro Gerado por IA Desencadeia Controvérsia
Um líder policial sênior reconheceu publicamente que uma avaliação de inteligência defeituosa sobre torcedores de futebol originou-se do uso do Microsoft Copilot, um assistente de inteligência artificial conhecido por produzir resultados imprecisos, frequentemente descritos como "alucinações". A admissão veio após a polícia ter negado o uso de ferramentas de IA na preparação de relatórios de inteligência.
Consequências Políticas
A Secretária do Interior, Shabana Mahmood, abordou a questão no Parlamento, descrevendo o incidente como uma "falha de liderança" e afirmando que não tinha mais confiança no oficial de polícia envolvido. Ela culpou a proibição por "viés de confirmação" e disse que a polícia havia afirmado anteriormente que as informações foram coletadas por outros meios.
Chamados à Responsabilização
Membros do Parlamento, bem como figuras seniores do partido no poder, exigiram a renúncia do oficial de polícia, argumentando que o uso de um sistema de IA não confiável para decisões de segurança sensíveis era inaceitável. Críticos destacaram a falta de uma política de IA, treinamento ou regras claras que governem o uso da tecnologia.
Implicações Mais Amplas
O episódio levantou questões sobre a adoção de tecnologias emergentes por agências de aplicação da lei, especialmente quando essas ferramentas podem produzir saídas errôneas sem supervisão adequada. Isso sublinha a necessidade de diretrizes claras, treinamento e mecanismos de responsabilização antes que os sistemas de IA sejam integrados a operações críticas de segurança pública.
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