EU e China Chegam a Acordo de Propriedade do TikTok, Evitando Banimento Iminente
Acordo Alcançado Após Incerteza Prolongada
Oficiais dos EU e da China confirmaram que chegaram a um acordo de propriedade sobre o TikTok, a popular plataforma de vídeo de curta duração de propriedade da ByteDance. O anúncio põe fim a uma saga de nove meses que viu o futuro da plataforma nos EU pendendo na balança.
Prazo de Prolongamento e Discussões Futuras
O prazo para o TikTok se desfazer de suas operações nos EU ou ser banido estava programado para expirar em 17 de setembro. A administração Trump havia anteriormente prorrogado esse prazo três vezes, mais recentemente para essa data. O presidente Donald Trump deve se encontrar com o presidente chinês Xi Jinping em 19 de setembro para discutir os detalhes do acordo.
Contexto da Ameaça de Banimento
Os pedidos de banimento decorrem de preocupações de segurança nacional, com críticos argumentando que Pequim poderia acessar os dados dos usuários americanos e usar a plataforma para disseminar propaganda. O debate se intensificou após o TikTok ficar temporariamente offline por cerca de 24 horas em 19 de janeiro de 2025, provocando um aumento no uso de VPN entre os usuários dos EU.
Detalhes do Acordo
O acordo de propriedade foi supostamente estabelecido durante uma reunião comercial em Madrid em 15 de setembro e confirmado pelo secretário do Tesouro dos EU, Scott Bessent, de acordo com a BBC. O presidente Trump posteriormente postou em sua conta no Truth Social que a reunião havia sido "muito bem-sucedida". Embora os termos específicos não tenham sido divulgados, a CBS News indicou que a Oracle pode desempenhar um papel fundamental se o acordo for finalizado.
Implicações para os Usuários e Segurança de Dados
As concessões exatas da ByteDance permanecem incertas, assim como o impacto final na segurança de dados dos usuários americanos. No entanto, a resolução é bem-vinda pelos mais de 170 milhões de indivíduos e empresas que usam ativamente o TikTok nos EU.
Efeitos Mais Amplos Possíveis
Oponentes do banimento argumentam que proibir a plataforma poderia prejudicar os direitos digitais, a liberdade de expressão e o acesso à informação, além de estabelecer um precedente legal para que outros países sigam. O acordo busca equilibrar as preocupações de segurança com a preservação dessas liberdades.
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