Larry Summers Deixa o Conselho da OpenAI Após Vazamento de Emails da Epstein
Fundo
Larry Summers, ex-secretário do Tesouro, ex-presidente da Universidade de Harvard e atual professor, ingressou no conselho da empresa de inteligência artificial OpenAI. Sua nomeação foi vista como um impulso à credibilidade da empresa, considerando sua vasta experiência no governo e na academia.
Vazamento de Emails da Epstein
Comitês do Congresso divulgaram uma grande cache de emails e textos que documentam trocas privadas entre Epstein e Summers. O material abrange um período de fins de 2018 a meados de 2019 e inclui mensagens em que Summers pediu conselhos a Epstein sobre como perseguir um relacionamento com uma mulher que ele se referiu como uma mentora. Na época, Summers era casado e reconheceu sua posição de poder sobre a mulher.
Nas correspondências, Epstein se descreveu como o "wing man" de Summers e enviou mensagens sugerindo que a mulher estava "condenada a estar com você". Summers escreveu sobre estratégias para fazer com que a mulher considerasse um relacionamento sexual, observando que ela poderia ser mais receptiva se a encontrasse "invaluable e interessante".
Summers Deixa o Conselho
Após a divulgação pública dos emails, Summers anunciou sua renúncia ao conselho da OpenAI. A decisão veio um dia após tanto a Câmara quanto o Senado votarem para liberar os arquivos da Epstein, intensificando a escrutínio pública e midiática. Ao deixar o conselho, Summers também indicou que se afastaria de outros compromissos públicos.
Investigação de Harvard
A Universidade de Harvard, onde Summers ocupa uma posição de faculdade, iniciou sua própria investigação sobre as conexões de Summers com Epstein. O jornal estudantil da universidade relatou que a investigação examinaria a natureza das comunicações e quaisquer possíveis violações éticas.
Implicações
O episódio levantou questões sobre governança e processos de seleção para membros de conselhos de empresas de tecnologia de alto perfil. Também destaca o impacto mais amplo do escândalo da Epstein, que continua a afetar indivíduos em política, academia e indústria. Embora Epstein tenha sido preso em 2019 por acusações de tráfico sexual de menores, os emails recentemente divulgados reviveram a escrutínio sobre aqueles que mantiveram contato com ele.
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