Nova York Promulga Lei que Exige Divulgação de Inteligência Artificial em Anúncios
Ação Legislativa
A governadora Kathy Hochul aprovou duas leis que visam o uso de inteligência artificial na indústria publicitária de Nova York. A Assembly Bill A8887B, agora identificada como S.8420‑A, exige que qualquer pessoa que produza ou crie um anúncio divulgue se ele inclui performers sintéticos gerados por inteligência artificial. A lei companion, S.8391, exige consentimento dos herdeiros ou executores antes que o nome, imagem ou semelhança de uma pessoa falecida possa ser usada para fins comerciais.
Propósito e Impacto
As novas leis são projetadas para garantir transparência para os consumidores e proteger os direitos dos artistas, tanto vivos quanto falecidos. A governadora Hochul destacou que as medidas "garantem que sejamos totalmente transparentes ao usar imagens geradas por inteligência artificial e também previnam o uso comercial não autorizado do nome ou semelhança de uma pessoa falecida".
Contexto da Indústria
A ênfase em performers de inteligência artificial e deepfakes está alinhada com questões abordadas na greve da SAG‑AFTRA em 2023, onde o sindicato garantiu disposições que exigem consentimento explícito para réplicas digitais e compensação pré-negociada cada vez que uma réplica é usada. As regulamentações de Nova York adicionam uma camada adicional de salvaguardas, juntando-se a uma lista crescente de leis estaduais de inteligência artificial.
Paisagem Mais Ampliada
Embora os estados estejam movendo-se para regulamentar a inteligência artificial, houve tentativas de limitar tal legislação no nível federal. No entanto, a abordagem de Nova York reflete um consenso crescente de que padrões claros são necessários para acompanhar a tecnologia em avanço, protegendo criadores e consumidores.
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