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Usuário do Neuralink Hackeia Interface Cérebro-Computador com Webcam para Melhorar a Vida Diária

Usuário do Neuralink Hackeia Interface Cérebro-Computador com Webcam para Melhorar a Vida Diária

Contexto e Implante do Neuralink

Brad Smith, que vive com esclerose lateral amiotrófica, se tornou a terceira pessoa a receber uma interface cérebro-computador (BCI) do Neuralink. O implante registra a atividade neural, traduzindo pensamentos em movimentos de cursor em seu laptop. A BCI de Smith substituiu um sistema de rastreamento de olhos que exigia uma câmera infravermelha e funcionava apenas em ambientes internos.

Adicionando um Periscópio de Webcam

Buscando uma maneira de visualizar seu ambiente, Smith pesquisou webcams e escolheu uma Insta360 Link 2, uma câmera de estilo de conferência. O Neuralink comprou o dispositivo e ajudou a montá-lo em sua cadeira de rodas e computador. Painéis de controle personalizados foram criados para que cada clique girasse a câmera três vezes mais rápido — até aproximadamente 15 graus por segundo — e um segundo painel permitia ajustes de 0,5 graus. A câmera agora serve como um periscópio, permitindo que Smith veja crianças brincando, expressões faciais durante o jantar e outros momentos diários.

Experiência do Usuário e Hacks Diários

Smith usa um aplicativo de texto-para-fala, Proloquo4Text, para digitar respostas letra por letra ou por meio de palavras previsíveis. Ele normalmente usa a BCI para conversar com pessoas pessoalmente ou por telefone e para navegar na web. Para gerenciar o jitter do cursor, ele o estaciona em um canto designado da tela. Anteriormente em sua vida, Smith empregou soluções de baixo custo, como um sino de cachorro para uma função de chamada de enfermeira e um microfone para amplificar sua voz.

Insights de Outros Usuários de BCI

Nathan Copeland, um usuário de longa data da BCI da Blackrock Neurotech, descreve seu setup como uma mistura de software, um braço robótico, um controlador personalizado e comandos de voz para controlar luzes e uma TV. Ian Burkhart, que participou de um ensaio clínico na Universidade Estadual de Ohio, agora lidera a Coalizão de Pioneiros de BCI. Ambos enfatizam que os usuários de BCI frequentemente improvisam ferramentas que não foram originalmente projetadas para funcionar juntas e que a colaboração precoce com pesquisadores pode melhorar o design do dispositivo.

Perspectiva Futura

Smith imagina as BCI se integrando perfeitamente a dispositivos de smart home e braços robóticos, eventualmente permitindo a operação de cadeiras de rodas controladas pelo pensamento. Ele acredita que a tecnologia pode re-humanizar pacientes com ELA, restaurando a agência em um mundo onde seus corpos falham. A história destaca a criatividade que a deficiência pode despertar e a importância da inovação impulsionada pelo usuário no cenário em evolução da BCI.

Usado: News Factory APP - descoberta e automação de notícias - ChatGPT para Empresas

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