Uma coalizão diversificada de sindicatos, organizações religiosas, grupos políticos e indivíduos proeminentes se reuniram em Nova Orleans, sob as Regras da Chatham House, para elaborar a Declaração Pró-Humana de IA. Produzida pelo Instituto do Futuro da Vida, o framework de cinco pontos defende a manutenção do controle humano sobre a inteligência artificial, a proteção de crianças e famílias, a proibição de armas letais totalmente autônomas, a prevenção da exploração do apego emocional pela IA e a interrupção da concentração do poder da IA. A declaração atraiu signatários que variam do Instituto de Tecnologia da AFL-CIO ao Congresso de Líderes Cristãos e figuras como Randi Weingarten, Glenn Beck e Richard Branson, marcando uma ampla e transversal push para o desenvolvimento responsável da IA.
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