A inteligência artificial gerativa, antes celebrada principalmente por sua velocidade e eficiência, agora é reconhecida por sua capacidade de aprimorar a tomada de decisões corporativas. Os primeiros ganhos, como economia de tempo em codificação e criação de conteúdo, deram lugar a usos estratégicos mais profundos, incluindo análise de mercado, modelagem de riscos e insights de fusões e aquisições. Embora a tecnologia prometa previsões poderosas e planejamento de cenários, especialistas alertam que um treinamento adequado e uma supervisão crítica são essenciais para evitar saídas enganosas. As empresas que incorporam a inteligência artificial gerativa de forma reflexiva em seus fluxos de trabalho existentes podem desbloquear uma vantagem estratégica que vai muito além da simples produtividade.
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