O vazamento recente do código-fonte do Claude Code da Anthropic expôs mais de meio milhão de linhas de código e descobriu recursos dormantes que sugerem o plano de negócios da empresa. Analistas identificaram um daemon desativado chamado 'Kairos' projetado para executar em segundo plano, usando prompts periódicos e uma flag 'PROATIVO' para fornecer informações sem solicitação do usuário. O código também faz referência a um sistema 'AutoDream' que consolidaria e podaria arquivos de memória durante períodos de inatividade, criando uma base de conhecimento persistente e organizada entre sessões. Essas descobertas sugerem que a Anthropic está experimentando com inteligência artificial em estado contínuo e gerenciamento de memória automatizado.
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