Uma mulher da Califórnia, identificada como Jane Doe, entrou com uma ação judicial contra a OpenAI, alegando que a ferramenta ChatGPT da empresa ampliou as ilusões de seu ex-namorado e permitiu uma campanha de perseguição que durou meses. A ação, apresentada no Tribunal Superior do Condado de San Francisco, afirma que a OpenAI ignorou três alertas internos de que o usuário representava uma ameaça, incluindo uma flagração por atividade de armas de massacre em massa.
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